Festas Juninas
- Revista de Turismo PB

- há 2 dias
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Produto cultural e turístico
do Nordeste

Histórico das Festividades Juninas no Nordeste. As festas juninas são hoje o principal produto cultural e turístico do Nordeste. Mas a história começa lá atrás.1. Origem: Europa pagã + Igreja Católica Século X-XII na Europa: Festas pagãs do solstício de verão. Fogueiras pra agradecer a colheita e espantar maus espíritos. Igreja Católica: Adaptou a festa e dedicou junho a 3 santos populares: Santo Antônio 13/06, São João 24/06 e São Pedro 29/06. Por isso “joaninas” virou “juninas”. Chegada ao Brasil: Portugueses trouxeram no século XVI. Aqui se misturou com cultura indígena e africana.2. E
nraizamento no Nordeste: século XVII – XIX. O Nordeste rural abraçou a festa porque casou com o calendário agrícola do sertão, Junho - fim da colheita do milho. Por isso a base da comida junina é milho: pamonha, canjica, munguzá, bolo de milho. Fogueira: Virou símbolo de São João. Reza a lenda que Isabel acendeu uma fogueira pra avisar Maria do nascimento de João Batista. Quadrilha: Veio da quadrille francesa. A elite dançava nos salões no século XIX. O povo do interior adaptou, colocou casamento matuto e virou sátira. Interiorização: Como a região era muito católica e agrária, a festa se espalhou e ganhou força nas cidades do interior. Século XX: vira identidade nordestina1930-1950: Rádio e Luiz Gonzaga. O “rei do baião” nacionalizou o forró e transformou São João em sinônimo de Nordeste. Músicas como “Olha Pro Céu” e “Asa Branca” viraram hino. Anos 1970-1980: Prefeituras começam a bancar. Campina Grande-PB e Caruaru-PE iniciam a disputa pra ter o “Maior São João do Mundo”. A festa sai do terreiro e vai pra mega estrutura. Elementos fixos: Bandeirinhas, balões, fogos, pau-de-sebo, casamento matuto, comidas de milho e o forró pé-de-serra.









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