Manifesto: Pelo Respeito ao Passageiro e o Fim do Descaso Aéreo
- Revista de Turismo PB

- há 18 horas
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Cansamos de ser apenas um código de reserva.
O que deveria ser o início de um sonho ou a conclusão de um compromisso tornou-se uma loteria de ansiedade. O transporte aéreo não é um favor; é um serviço contratado, pago e, muitas vezes, caro. No entanto, o que recebemos é uma cultura de impunidade disfarçada de “ajustes de malha”.
1. Às Companhias Aéreas: O Tempo Não Volta
O Atraso não é “Imprevisto”: Quando o atraso vira a regra e não a exceção, o nome disso é má gestão. Nossos compromissos, conexões e descansos têm valor real.
A Troca Arbitrária: Alterar voos de forma unilateral, empurrando passageiros para horários absurdos, é um desrespeito à logística de quem se planejou com meses de antecedência.
A Falta de Assistência: Deixar passageiros à própria sorte em saguões, sem informações claras ou suporte digno, é uma violação básica de direitos.
2. Às Agências “Vendedoras de Pacotes”: O Pós-Venda Existe
Vender é fácil, resolver é o desafio: Não aceitamos mais agências que são ágeis na hora de passar o cartão, mas que se tornam fantasmas quando o voo é cancelado.
Responsabilidade Solidária: Se você lucra com a venda do bilhete, você é responsável pela experiência. O “empurra-empurra” entre agência e companhia aérea precisa acabar.
MInha Reivindicação:
“Queremos transparência real, indenizações automáticas por descaso e, acima de tudo, que a nossa dignidade não fique retida no check-in.”
Hélio Costa.
Hélio Costa
FEBTUR - Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo - Paraíba




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